ODE À 1ª BATERIA DE ARTILHARIA ANTIAÉREA
Eber Josué

- I -
Sobre a história da pátria há de ser vista 
A bravura dos seus filhos leais, 
Desejando a paz com extremo ardor, 
Sendo chamados não vacilarão jamais. 
E, sendo mister que a vitória seja certa, 
Como de outra maneira jamais seria, 
Por mais bravos que houver entre os mais bravos 
Hão de clamar, por certo, à nossa bateria. 

[Refão] 
Soem-se os rufos e preparem os clarins, 
Toque Vitória pra que todos possam ouvir 
Nossos canhões varrem os céus 
Dando eloquência às epopeias do porvir. 
E ao comando “Bateria, repousar!” 
Sejam irmãs as asas a se ouvir no ar; 
Irão saber que melhor que nós, 
Jamais se achará alguém – mesmo entre nós. 

- II - 
Qual rainha em cujo alto império 
O sol, logo em nascendo, vê primeiro, 
Vê também estando ao meio do hemisfério 
E quando desce sempre deixa em derradeiro. 
Quando seu cetro faz riscar o céu em chamas 
Asas estranhas, ao ruir elevam a fama: 
Cessem tudo o que a musa antiga canta 
Que outro valor maior agora se levanta. 

[Refrão] 
Soem-se os rufos e preparem os clarins, 
Toque Vitória pra que todos possam ouvir 
Nossos canhões varrem os céus 
Dando eloqüência às epopéias do porvir. 
E ao comando “Bateria, repousar!” 
Sejam irmãs as asas a se ouvir no ar; 
Irão saber que melhor que nós 
Jamais se achará alguém – mesmo entre nós.
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