MEU NOME É INFANTE

Quem és, guerreiro, que por onde passas
Deixas tua marca, deixas teu sinal?
Se vens em paz, traz o roçar de asas,
Porta-se como um ser celestial;
Se a guerra urge, mostra tua fibra,
Combate firme, de pé, até o final.

Quem és, que até os campos te enlevam
E a Terra treme ao teu caminhar?
Tua presença sempre é notada,
As montanhas recuam ao teu passar;
O inimigo treme desde as bases
Se o teu odor propaga-se pelo ar.

- Sou combatente e meu nome é Infante!
Na paz sou guerra,
Na guerra sou morte!
O bravo dos bravos,
O maior dos fortes!
Minha alegria está em combater.

Sou combatente e para mim, Infante,
A glória habita
No fim da batalha;
Cessando-se os canhões,
Calando-se a metralha...
Estarei no Elísio se não mais puder viver.

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